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Nome: Paulete
Idade:Sempre Jovem
Cidade:Rio de Janeiro
Cor: Azul
Coisas que Adoro: Minha família, meus filhos, amigos, teatro,
cinema, cerveja, sol, chuva fina, praia a noite ...
Coisas que odeio: inveja, ciúme, falsidade, barata...


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entediada
por incrível que pareça


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19/04/2005



Paixão vil


Gostaria de poder sem ter medo de ser feliz,
Gostaria de achar meus erros e não ter o peso da consciência,
Gostaria de estar sempre prestes à loucuras e explodir por um triz.

Sabe que gosto de rompantes?
Sou estopim,
Viro core de carmim,
Quando zombam de mim.

Não ouse tratar-me assim,
Como qualquer uma,
Não sou sua,
Nem de ninguém.Vá daqui,
Sem nada nas mãos,
Não volte com nada nos braços,
Como aquele ramalhete de vis rosas rubras.

Amor não tem fim,
Paixão sim,
Foi apenas isso que senti.

By Cristiana de Barcellos Passinato



Rabiscado por Þäkë£ökä às 19/04/2005 - 13:54 | Comentários (266)


13/04/2005



Não me diga adeus


Não me diga adeus
Quem sabe um até logo
As coisas boas
Guardamos no coração
Mesmo não estando presente
Terei sempre na lembrança
A sua presença;
Que estendeu as mãos
Sem questionar, sem perguntar...
Demonstrou que seu amor
Tem uma dimensão grandiosa.
Conseguiu:
Transpor as barreiras
Driblar as fronteira
Teve coragem
Mostrou garra
Mas agora
Não me diga Adeus...
Quem sabe um até logo...

 By Clara M Maciel




Grande luz,
Poder que embriaga a alma,
Dá leveza ao corpo,
Luminosidade e esperança ao olhar,
Que faz querer e acreditar,


Cada vez mais,
Nesta receita mágica,
Que entorpece o coração,
E que eleva sempre,
A  te querer mais e mais...
Grande luz,
Que faz vibrar,
E dá vida a cada ser,
Com formas e cores distintas,
Mas
Todos, sem exceção,
Aprendendo a te amar,
Nas leis imutáveis da evolução!


By Anita Garden 



Rabiscado por Þäkë£ökä às 13/04/2005 - 17:18 | Comentários (1)





 



Rabiscado por Þäkë£ökä às 13/04/2005 - 12:35 | Comentários (0)






Eu olho você grande e distante
e da sua grandeza me comovo
e da sua distância me revolto.
Olho de novo.
Procuro reter em minhas mãos sua figura
mas ela gesticula, oscila e cresce
e numa inconstância distraída
no instante exato
por trás da vida desaparece.
Um desacato.
Do meu desaponto eu me levanto
pra levar embora outro desencanto
mas você me divisa e então me chama.
Me aguarda, reclama e me convida
e minha vida nessa ansiedade por fim entrego.
E nesse amor feito de espuma colorida
nós flutuamos: você borbulha, eu escorrego,
ensaboados, você explode, eu me desintegro.


(by: Flora Figueiredo



Rabiscado por Þäkë£ökä às 13/04/2005 - 11:49 | Comentários (0)


06/04/2005



Tu És


Tu és a brasa que ainda arde sob as cinzas
Tu és ferida que ainda sangra sob a casca
Tu és fragrância que restou de murcha flor
Tu és longínquo eco de não extinta dor.
Tu és réstia de luz em agourenta noite
Tu és o livro que não terminei de ler
Tu és o topo onde não finquei minha bandeira
Tu és o vulto que jamais pude compreender.
Tu és a porta que não se abriu ao meu chamado
Tu és a fonte que secou tantas vezes sem avisar
Tu és rascunho dolorido eternamente inacabado
Tu és canção que ainda gosto tanto de escutar.
Tu és vida latente e teu nome é esperança
Tu és caminho bifurcado ao longo do trajeto
Tu és o mais estranho de todos os afetos
Tu és - sem ser - bússola, farol, rumo, guiança.


By Fátima Irene Pinto



Rabiscado por Þäkë£ökä às 06/04/2005 - 17:56 | Comentários (1)


02/04/2005


LENDA


 


Sou lenda, porque as lendas são envoltas

em Mistérios e Magias

São uma criação dos caminhos da mente,

da vaga imaginação,

da liberação dos silêncios da Alma.

 


 

Sou Lenda, porque as lendas correm livres
junto ao Vento,

buscando as vozes da memória para que alcancem,

as histórias perdidas no Tempo.

Sou Lenda, pelo desejo incontido que há em mim,

de tornar possível o encontro entre a Lua e o Sol,

diminuindo o entrave da dor.

 


 


Então, sendo Lenda posso cavalgar pelos sonhos,

velejar pelos mares da sua Saudade,

passear, solta, pelo seu pensamento.

Sendo Lenda, posso brincar na sua Alegria,

ser parte da sua Emoção,

e caminhar, tranqüila,

pela sua Ilusão.

 


 


Sendo Lenda, posso escrever meu nome em sua Vida,

e me instalar no aconchego do seu Coração,

como uma Sensação chegando pelo perfume do ar.

 


 


Sendo Lenda posso ser parte de você, sem você perceber...

 

 


by desconheço o autor

 


Rabiscado por Þäkë£ökä às 02/04/2005 - 00:35 | Comentários (1)




Viva a vida...



A vida é uma oportunidade, aproveita-a.


A vida é beleza, admira-a.

A vida é beatificação, saborei-a.

A vida é sonho, torna-o realidade.

A vida é um desafio, enfrenta-o.

A vida é um dever, cumpre-o.

A vida é um jogo, joga-o.

A vida é preciosa, cuida-a.

A vida é riqueza, conserva-a.

A vida é amor, goza-a.

A vida é um mistério, desvela-o.

A vida é promessa, cumpre-a.

A vida é tristeza, supera-a.

A vida é um hino, canta-o.

A vida é um combate, aceita-o.

A vida é tragédia, domina-a.

A vida é aventura, afronta-a.

A vida é felicidade, merece-a.

A vida é a VIDA, defende-a.

 


By Madre Teresa de Calcutá


Rabiscado por Þäkë£ökä às 02/04/2005 - 00:23 | Comentários (1)


01/04/2005



A felicidade virá


Eu preferirei sempre aqueles que sonham...
embora se enganem;
aqueles que esperam...
embora, às vezes, suas esperanças fracassem;
aqueles que apostam na utopia...
embora, em seguida, fiquem no meio do caminho.
Aposto nos que confiam em que
o mundo pode e deve mudar;
naqueles que acreditam que a felicidade virá.
Só daqueles que esperam
será o reino da felicidade.


By José Luis Martín Descalzo



Rabiscado por Þäkë£ökä às 01/04/2005 - 23:59 | Comentários (1)





Isso de Amizade ...


Ah, esse fenômeno instigante, o das amizades que se mantêm independentes da convivência.

Será amizade? Será saudade comum dos anos vividos em amizade? Será saudade dos anos felizes ou uma afinidade que se espraia no tempo? Não sei responder. Sei que com algumas pessoas (poucas), há uma insistência teimosa em desejar ver, trocar idéias e experiências, creio, pela certeza da reciprocidade e do "ser aceito".

Sim, talvez seja a certeza de ser aceito, uma das maiores necessidades humanas neste mundo de incompreensões. Talvez seja a necessidade da existência de certeza prévia de acolhimento ao que somos, como somos e ao que pensamos, o fermento da amizade.

O mistério da amizade talvez resida no alívio que traz a existência de alguém que nos acolha. Digo acolha e, não, recolha - aí já seria dependência de um lado e paternalismo do outro.

Acolher significa receber de bom grado, previamente, sem julgamentos ou resistências. É molesto o fato de que os seres humanos vivam a julgar e que suas opiniões prévias interponham barreiras na comunicação, dificultando-a.

O mistério da afinidade consiste na inexistência das resistências ao outro, mesmo quando haja discordância. Isso não deriva apenas de afeto. Quantas vezes há afeto entre as pessoas sem, porém, a aceitação natural, espontânea e prévia?

Verifique nas amizades tidas e vividas ao logo da vida, o que delas restou. Haverá muita vivência, boa e má. Raramente, porém, restará a amizade...

Com os anos, vão se tornando escassas as amizades que atravessaram o terreno íntimo que lhes é próprio sem arranhões e sem mágoas, restando, como fruto, após ingentes experiências humanas e existenciais, apenas (e já é tanto...) a amizade.

Amizade é o que resta da amizade. Se o que resta de uma amizade é amizade, então amizade é. Da verdadeira!

 

  BY Artur da Távola


Rabiscado por Þäkë£ökä às 01/04/2005 - 23:22 | Comentários (0)